Taxa Selic: Copom aumenta pela quinta vez consecutiva a taxa básica de juros

A reunião que se dá em intervalos de 45 dias optou pela correção da taxa Selic, o novo aumento deverá pesar no bolso da população. A taxa é utilizada como um instrumento do Banco Central para a realização da supervisão da inflação no Brasil. 

Trata-se da quinta elevação seguida da taxa Selic. A estimativa é de que volte a ocorrer aumentos até o início do ano que vem. É importante acompanhar o progresso da taxa, pois ela influencia no aumento das tarifas aplicadas em empréstimos e financiamentos. 

Mas o que representa essa taxa e qual foi o novo aumento?

Atualmente a taxa Selic está no centro das discussões, mas poucos sabem o que ela realmente representa e para quê é utilizada. 

A taxa básica de juros aplicada no país é conhecida como “taxa Selic”, é apoiada nela que as demais são determinadas. Ela influencia empréstimos, financiamentos e retornos de investimentos. 

O Sistema Legal de Liquidação e Custódia (Selic) é um software utilizado para a aquisição de títulos do Tesouro Nacional. Nele são adquiridos e vendidos os títulos cotidianamente. 

Somente o Banco Central e as demais instituições financeiras podem fazer a aquisição ou vendas de títulos nesse ambiente virtual.

O valor da taxa é corrigido em intervalos de 45 dias, o Comitê de Política Monetária estipula os valores considerando as circunstâncias externas e internas. 

O Copom pertence ao Banco Central e se reúne a cada 45 dias para examinar a situação e definir a taxa Selic. 

Atualmente, a taxa passa pelo seu quinto aumento seguido. Passou de 5,25% para 6,25% e deverá sofrer novas altas até o fim deste ano e início do ano de 2022. 

O Copom tem a autoridade para optar pelo aumento, diminuição ou estabilização da taxa. 

Quais são as medidas para amenizar a elevação da taxa?

A alta da taxa Selic corresponde a elevação das taxas de juros, uma das medidas para se preparar para o aumento dos juros é buscar realizar renegociações de dívidas e pendências. 

Realizar a portabilidade de dívidas pode ser uma alternativa para driblar o aumento das taxas. Muitos bancos oferecem condições especiais para quem buscar migrar uma dívida para outra instituição, conheça suas opções. 

Evite juros rotativos, são tarifas caras que podem dificultar a vida do usuário do cartão de crédito. Também não é indicado que o cidadão efetue empréstimos para quitar outras dívidas, porque as taxas de juros aplicadas poderão ser maiores e mais pesadas. 

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Fonte: jornalContábil | 18/10/2021

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